Frases do livro "Cidades de Papel", de John Green

Gostei bastante do livro "Cidades de Papel", que li o ano passado (ou não mais que alguns dias atrás) e resolvi citar algumas passagens do livro. Let's go!
"Margo sempre adorou um mistério. E com tudo que  aconteceu depois, nunca consegui deixar de pensar que ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um" (Quentin).

"Não tenho nada a ganhar dando um beijo nela. Mas já não quero ganhar nada."

"Se eu surtasse toda vez que uma coisa ruim acontecesse no mundo, ia acabar completamente pirado."

"É muito fácil gostar de alguém a distância. Mas quando ela deixou de ser aquela coisa maravilhosa e inatingível e tal e passou a ser só uma menina que tem uma relação esquisita com a comida, de pavio curto, e meio mandona, eu meio que tive que começar a gostar de uma pessoa completamente diferente"

"É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo."

"Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado."

"Ir embora é uma sensação boa e pura, apenas quando você abandona uma coisa importante, algo que tem significado. Arrancando a vida pela raiz. Mas só se pode fazer isso quando sua vida já criou raízes.''

"Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las" 

"O para sempre é feito de agoras" 

"Espero que essa seja a provação herói, porque não ir atrás dela é a coisa mais difícil que já tive que fazer"

"Quanto mais eu trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons espelhos. É muito difícil para qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos."

"Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… E nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros."

“E então você me surpreender. Para mim, você tinha sido apenas um garoto de papel por todos aqueles anos: um personagem de duas dimensões no papel e uma pessoa de duas dimensões na vida real, mas ainda assim sem profundidade. Só que, naquela noite, você se provou uma pessoa de verdade. E acabou sendo tudo tão estranho, divertido e mágico que, assim que voltei para meu quarto, senti saudade de você.”

Fontes:

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